Viagem a um passado desconhecido.

Mayas Cultura

Em verdade quando os conquistadores Espanhóis chegaram àqueles lugares nos mares das Caraíbas aquela cultura Mayana já não existia, mas os templos dos sacrifícios presumidos dessa gente, já lá estavam, mas abandonados, como se fossem abandonados por um povo que não podia viver mais nessa opulência.

Como todas as outras culturas que nós conhecemos que existiram, mas que foram devoradas pelo câncer da corrupção, do poder egoísta, comprando a alegria a través de circo, álcool e sofrimento.

Ali em cima de pirâmides, e de escombros de supostas pirâmides, foi o centro de ciência dessa gente, que ainda existem mais de 5.000.000 de descendentes desse sangue Mayano, através da América do Sul.

Quero dizer México, Columbia, Guatemala, e mesmo talvez no Brasil, com a descoberta de templos desconhecidos no meio da selva.

Essa gente que, ainda vive vindo dessa cultura, são pequeninas células despegadas dessa árvore que era o centro da podridão.

Esta era uma cultura parecida com a do Egito dos tempos dos Faraós, ou dos Romanos que deixaram inúmeros monumentos através de Portugal, quer seja em catedrais, pontes aquedutos de transporte de água ou estradas empedradas, mas com grandes nacos de pedra dispostos como calcetaria .

Essa cultura também morreu com o mesmo câncer egoísta, e grande corrupção onde o sexo teve papel predominante, como sempre este câncer corrompia de dentro para fora.

Outra cultura desaparecida foi a Grega, essa dos deuses dos astros, já não falando duma cultura que nos fala as religiões dos nossos tempos, crivando nossa mente de medos.

Quero cingir-me Sodoma e Camorra.

Verdade que todas as culturas que viveram, tiveram sua força centrada na barbaridade e ciência, onde existiam deuses, e os astros, que os poderosos afirmavam conhecer, desta maneira procuraram dominar o mundo conforme seu conhecimento.

Ainda hoje estamos perante um polvo enorme que procura estender seus tentáculos, abafando toda a democracia.

Será que esses tentáculos poderão agarrar todo o poder? E que o mundo se deixará subjugar a uma idéia louca, onde a guerra poderá exterminar uma grande parte da humanidade, ou seja, esta cultura em que vivemos?...

O coração da nossa cultura está desta era, principio do terceiro Milênio, está ficando corrupta, por um egoísmo sem medidas, onde o poder reside no haver; e num coração empedernido pelo egoísmo, onda a igualdade, não é mais igual.

Aqueles que tem a sensatez de não seguir uma mentalidade destrutiva, e perigosa para esta civilização, vem sendo rotulados de medrosos e inimigos, desse enorme polvo que está estendendo seus tentáculos.

Esse polvo de grandes tentáculos domina seu povo, a globalização industrial lhe deu poder.

É este o centro do câncer de que mencionei; por minha parte nunca apoiaria guerras, mas também não queria dar-lhe a outra face.

Não queria ver crianças inocentes morrerem, que mal fizeram elas para verem a fome devora-las segundo a segundo, culpa de uma má gestora de distribuição de bens.

Meus amigos, segundo as estatísticas morrem a cada ano mais de cinco milhões de crianças de um aos sete anos de idade, derivado da fome.

Existem mais de 700 milhões de pessoas com deficiência de nutrição alimentar, e dessas morrem mais de vinte milhões a cada ano, por falta de alimentos, quase sempre na idade de ouro.

Claro que todos nos vamos desgarrar desta vida, mas seria muito mais alegre para minha família ver-me partir com um sorriso, sem sentir a agonia da fome ou da sede, ou meus olhos verem estas atrocidades loucas, a que nos está a envolver este polvo corrupto.

Neste caso se tudo dependesse de mim, eu não manteria o centro do egoísmo em que vivemos, estes são as enormes companhias que nos impingem tudo com sabor de paraíso, iniciando-se com a Coca-Cola, ou 7upa, com os Mac D'onalds, e as ferias no meio da selva, de onde passei uma semana, onde me sentia muito menos seguro, ao ver uma mentalidade de gente com sentido de sobrevivência, mas mentalidade mais baixa, que a mentalidade cigana, que nós Portugueses conhecemos.

Tudo isto porque a riqueza está centralizada no meio desse câncer que tudo arrecada, para manterem a força cheia de balas que dariam para fabricar muitas enxadas e picaretas, necessárias a desbravar a terra, para cultivar alimentos.

Em contrapartida, estão retirando da crosta terrestre mais petróleo de que a água que cai em Niagar falas a cada segundo.

Ao recordar que desde que eu nasci, a população do mundo quase que quadruplicou, faz-me cismar.

De menos de dois bilhões, em 1933, hoje já se aproxima de seis bilhões e meio, e ainda o
pior é que, uma grande parte da população mundial desconhecem meios de contracepção.

Alguns grupos religiosos querem por todo o meio manter a ignorância nos casais que muito seriam beneficiados, com um bom planejamento de família e viver mais em amor.

Outros querem destruir parte desta cultura em que vivemos, com gritos de dor e sofrimentos, esquecendo-se que viveríamos muito melhor, os nossos dias, entre abraços e sorrisos, se nos derem uma oportunidade de contribuir para uma sociedade mais sã.

Se assim continuamos com idéias guerreiras, e pensando em construir armas de massa destruição, nos próximos mil anos, outros viram visitar ruínas de uma cultura desaparecida, morta pelo Câncer do egoísmo.

Por: Armando C. Sousa

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