Vejo-me perdido

Olhando à minha volta vejo-me perdido
Pelas confusões e guerras me faz aturdido
Procuro encontrar no vale da certeza
Encontro sim ambições de riqueza

Ao desbravar confusões

Em todo lado ouço os canhões
Está na hora da humanidade ser igual
Fazermos de cada dia de vida um Natal
Mas afinal quem faz estas confusões
Sem mentir, são todas as religiões

Com sua enorme ambição

Hipocrisia e traição
Olho os céus, procuro deus enxergar
Mas se existe, não está para se incomodar
Deixa-nos escolher, amar o próximo ou morrer

Ás mãos do terrorismo

Ou biológico cataclismo
Procuro em mim meu eu em meu coração
Encontro-me desejando para todos pão
Mas esse requer, trabalho

E aí está todo, o baralho

Uns recebem o mundo com seu recheio
Ainda roubam o alheio
A droga faz espíritos fracos alucinados
Deixando-os nas esquinas abandonados

Depois de os ter viciados
Se eu pode-se concretizar o meu pensar
Queria ver a humanidade igual
Para sempre, cada dia fosse Natal


Por: Armando C. Sousa

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