A ponte do meu destino
Do nada, mesmo nada, foi construída
Era negridão do nada
A ponte que me trouxe à luz da vida
Não pedi, nada sabia
Talvez altíssimo Senhor
Com materialidade de vida
Que dá por nome de amor
Nadei no túnel do nada ou da ponte
Até encontrar esperança
Nela fiquei abraçado
Atravessei a ponte criança
Ao atravessar para luz da vida
Acordado e a chorar
Não sei se estou perdido
Para chegar a outro lugar
Nesta parte da vida
Na ponte onde eu estou
Não sei se é vida perdida
Ou no caminho por onde vou
Voltarei à ponte do nada
Sem compreender o mistério
Por o tempo que aqui vivo
Vou pensar nisto a sério...
Na ponte desta vida
Queria-a cheia de flores
Perfume de cada rosa
Rodeado de amores.


Por: Armando C. Sousa




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