A minha calma é a tua paciência
Eu serei sempre eu e meu destino
O pensamento será minha demência
O que entra em mim desde menino.

As lagrimas nem sempre são tristeza
Quantas vezes eu choro de alegria
Meus deus , minha igreja , natureza
O que vejo e transformo em poesia.

Os amigos são verdadeiros e virtuais
Falam, escrevem, entram no pensamento
São que os alegria e amor nos dão mais
Flores, natureza, estrelas, firmamento.

Sharme; tu também és calma e és saber
Estás dentro do sacrário de meu pensar
Amo tua autoridade de mulher ao escrever
Pena não seres real para te poder beijar.

Mesmo assim como uma deusa te visito
E sei que não há deuses para adorar
Ver-te como és; nada vejo no infinito
Guardo-te no computador, meu altar.


Por: Armando C. Sousa